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REPRESENTANTES DO TJAM PRESTIGIAM POSSE DE CORREGEDORIA E OUVIDORIA DO MP-AM

Solenidade que empossou as procuradoras Jussara Pordeus e Ritta de Vasconcelos Dias aconteceu nesta sexta, na sede do MPE


O presidente em exercício do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), desembargador Paulo César Caminha e Lima,  o  diretor da Escola Superior da Magistratura do Amazonas (ESMAM) desembargador Ari Jorge Moutinho da Costa, e o desembargador Wellington José de Araújo, prestigiaram na manhã desta sexta-feira (17) a cerimônia de posse da nova corregedora-geral e da ouvidora do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE).

Para a gestão 2017-2019 foi conduzida ao cargo de corregedora-geral do órgão ministerial, a procuradora de Justiça Jussara Maria Pordeus e Silva. A procuradora de Justiça Ritta Augusta de Vasconcellos Dias, por sua vez, foi reconduzida à função de ouvidora-geral do MPE.

A solenidade foi realizada no auditório Carlos Bandeira de Araújo, na sede do MPE, localizada no bairro Nova Esperança, zona Oeste de Manaus e dela participaram o vice-governador do Estado, Henrique Oliveira (Solidariedade); o procurador-geral de Justiça, Fábio Monteiro; o 3º vice-presidente da Assembleia Legislativa do Estado, deputado estadual Josué Neto (PSD); o defensor-geral do Estado, Rafael Barbosa; a corregedora-geral da Procuradoria Geral do Município (PGM), Francy Litaiff; o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Amazonas (OAB-AM), Marco Aurélio Choy, além de promotores, procuradores de Justiça e magistrados.

Na solenidade, também tomaram posse como corregedora-geral suplente a procuradora de Justiça Antonina do Couto Valle e como ouvidora-geral suplente, a procuradora de Justiça Suzete Maria dos Santos.

Compromisso

Ao assumir a função de corregedora-geral para o biênio 2017-2019, a procuradora de Justiça Jussara Pordeus frisou, em seu discurso, a importância desta instância no MPE. “É necessário entender que o trabalho de correição não se resume em penalizar, ou simplesmente criticar, mas, acima de tudo, tem o caráter de antecipar-se e prevenir possíveis erros, buscando cada vez mais aperfeiçoar a qualidade da prestação de serviços”, salientou a nova corregedora-geral.

Reconduzida à função de ouvidora-geral, a procuradora de Justiça Ritta de Vasconcellos Dias frisou, também em discurso, o papel social da Ouvidoria. “Embora tenhamos diversidade nas características formais da função de ouvidor, pode-se dizer que a Ouvidoria é um meio de controle administrativo, onde o ouvidor age como mediador entre o cidadão e a administração pública, exercendo suas funções sem qualquer ingerência político-partidária, sempre com o intuito de garantir os direitos dos integrantes da sociedade na fiscalização dos serviços públicos”, apontou. 

Texto: Afonso Júnior (Tjam)

Fotos: Raphael Alves (Tjam)

 

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